O discurso, quando se fala da fome emociona e, às vezes até trás alguma verdade, mas quando a “barriga está vazia”, não há muito a dizer, qualquer palavra, por mais garimpada e dita por um intelectual, hábil em seu trato, não consegue a exata tradução, daquele sentimento que somente aquele miserável, que não consegue suprir a necessidade básica, que é “um prato de comida”. Já se tentou e o “Betinho” foi quem iniciou, mas nenhum governo teve coragem de acabar de vez, com a fome, retrato infeliz de um povo, que pretende ser civilizado. A violência da fome
O discurso, quando se fala da fome emociona e, às vezes até trás alguma verdade, mas quando a “barriga está vazia”, não há muito a dizer, qualquer palavra, por mais garimpada e dita por um intelectual, hábil em seu trato, não consegue a exata tradução, daquele sentimento que somente aquele miserável, que não consegue suprir a necessidade básica, que é “um prato de comida”. Já se tentou e o “Betinho” foi quem iniciou, mas nenhum governo teve coragem de acabar de vez, com a fome, retrato infeliz de um povo, que pretende ser civilizado.
Postado por
Atanazio Lameira
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